A empresa quer fortalecer benefícios
Benefício ou recado? Pode ser os dois.
Um jeito concreto de mostrar que as pessoas importam.

Há exigência sindical ou contratual
Reter pessoas virou prioridade
Cuidar do time também comunica quem a empresa escolhe ser.
Vida em grupo pode apoiar pessoas e famílias enquanto fortalece uma cultura de cuidado. O desenho parte do perfil real da equipe.
Não é só uma linha no pacote de benefícios.
Elegibilidade, capitais, coberturas e dependentes precisam ser explicados com a mesma atenção dedicada à contratação.
- Quantidade e perfil do grupo
- Capitais e coberturas
- Atividade da empresa
A proteção precisa deixar três coisas muito claras.
O que entra, o que pode complementar e o que continua fora do contrato.
O que pode fazer parte
- Morte e invalidez conforme o plano
- Assistências previstas
- Coberturas adicionais selecionadas
O que pode complementar
- Auxílio funeral
- Doenças graves
- Cônjuge e dependentes
O que exige atenção
- Pessoas fora da elegibilidade
- Eventos excluídos
- Dados cadastrais inconsistentes
Gente cuidando de quem faz a empresa acontecer.
Não empurramos uma resposta pronta. Comparamos alternativas e explicamos o que muda entre elas.
Conversar com a SchultzPerguntas que ajudam a decidir melhor.
Existe número mínimo de vidas?
Varia por seguradora e produto. A cotação considera o tamanho real do grupo.
Pode incluir dependentes?
Alguns planos permitem, com regras e custos próprios.
Substitui plano de saúde?
Não. São proteções diferentes e complementares.
Vamos construir um benefício que faça sentido para o time?
Conte quantas pessoas fazem parte da empresa e o que vocês querem oferecer.
Coberturas, limites, aceitação, vigência e condições variam por seguradora, produto e apólice.
